Liberte-se das dúvidas de uma vez por todas

Nesta altura de resoluções e planos novos para estrear o ano, vem mesmo a jeito falar do diabinho sorrateiro que estraga a festa toda.

Lá para meados de Janeiro, depois de passar a excitação toda que os planos naturalmente nos dão, e depois do corpo processar todo o açúcar das coisas boas que comemos (e bebemos) na época natalícia, de forma lenta, mas segura, começa a aparecer a auto-dúvida.



Não chamo a atenção para este "sacaninha" para deitar por terra os vossos (e os meus) planos, mas simplesmente porque acho que ao termos consciência do que (muito provavelmente) vai acontecer, estaremos melhor preparados para lidar com isso e deitar por terra todos os mecanismos de auto-sabotagem.

Aqui estão então as minhas dicas, muito pessoais, sobre como se pode ultrapassar estes momentos de auto-dúvida.

Normalmente começam por aparecer no nosso diálogo interior.
Portanto ser capaz de identificar estas vozes que nos querem deitar abaixo é muito, mas muito importante. Estas vozes, regra geral dizem duas coisas:

01. “Tu vais lá conseguir fazer isso…! (inserir pequeno riso de desprezo, aqui)”
02. “Estás a ver, há outras pessoas que já fazem isso muito melhor do que tu. Ora volta lá para o sofá, vamos lá, opa!”

Poderá haver outras formulações, mas o significado base será mais ou menos este.
Portanto passo nº01 identificar o discurso interno crítico, ou seja, escute o que se passa dentro da sua cabeça.

Naturalmente que o passo nº02 terá que ser ignorar estas vozes, com todas as fibras do nosso ser.

Como?
Uma forma é partilhar estes pensamentos com outra pessoa: o marido, a namorada, a melhor amiga… Exige um grande nível de exposição ao outro e de coragem.

No entanto, normalmente a outra pessoa vai identificar estas críticas como ridículas!
Vai ajudar-nos a reconhecê-las como as mentiras que são, o que torna mais fácil ignorá-las da próxima vez que tenham a coragem de aparecer (e que não tardará muito).

O passo nº03 consiste em combater activamente este diálogo crítico, criando um diálogo interno positivo.
Um conjunto de frases motivadoras que lemos todos os dias de manhã.
Um momento de meditação diário com um mantra positivo (“Acredito em mim”).

Este pode parecer um passo um pouco ridículo, mas é a forma mais simples e dinâmica de afectar este discurso interior.
Um pouco o “Fake it 'til you make it”: a determinada altura as frases irão “entrar” no nosso circuito cerebral, quase como uma música cuja letra não conseguimos esquecer e irão substituir as frases críticas.

Este passo pode ser reforçado visualmente. 
Coloque uns cartazes ou umas frases motivadoras, no espelho da casa de banho, na parede do escritório ou no monitor do seu computador.

Que outras sugestões tem para ultrapassar a auto-dúvida?
Diga-nos nos comentários!
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