Confusão: porque é normal e como sair dela

No outro dia, encontrei no Facebook, uma citação que adorei, mas que agora não consigo encontrar novamente para a reproduzir como deve ser. Era mais ou menos assim:

"Só as pessoas burras é que têm a certeza de tudo. As pessoas inteligentes têm dúvidas constantemente."


Hà alturas, em que eu tenho surtos de inteligência. Só duvido. Sinto-me perdida, tão confusa que não sei se vá, se fique, se avance, se pare, se continue neste caminho ou se mude de vida radicalmente, e comece uma carreira de sucesso enquanto monja budista.

Nunca pensei encontrar paz de espírito no Facebook, mas a verdade é que encontrei, sob a forma da citação parafraseada acima. OK, não será propriamente paz de espírito, mas é sempre aconchegante saber que não estamos sozinhos e que estes momentos de "que raio ando eu a fazer?" não são um espectáculo exclusivo do meu cérebro e de tão comuns que são originam citações (escondidas).

Como dar a volta por cima?

Isto de se ser meia optimista, tem destas coisas: procurar sempre maneira de sair do buraco.
Pensei em duas maneiras, que na realidade são apenas uma.

1. Primeiro, mais uma citação, esta é das minhas preferidas:


Pensar é o trabalho mais difícil que existe. O que é a razão provável pela qual tão poucos se dedicam a ele.
Isto, dito não por um filósofo, mas por um engenheiro, pelo pai da linha de montagem.

2. Usando esta minha nova descoberta, o site 50 Ways To Get a Job e clicando no Finding My Purpose, vou seguir a sugestão que me fez.

Ainda tenho que escolher se passo 3 dias sozinha, ou se me sento sozinha durante 45 minutos, durante uma semana.

Mas fica aqui publicamente feito o compromisso de me dedicar a esse àrduo trabalho de parar para pensar. Dizem que faz maravilhas para limpar e calar esta converseta de chacha constante, que todos os dias ocupa tempo de antena dentro da minha cabeça.

O roteiro da viagem será publicado em breve!

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