Trabalhar no estrangeiro

Um sonho comum a muita gente é o de ir trabalhar "lá para fora".
Agora que virou moda, recomendação ministerial e imposição de sobrevivência e/ou de carreira, aqui ficam algumas dicas da minha experiência sobre como arranjar emprego no estrangeiro.

Photo Credit: modenadude via Compfight cc

1. Clarifica o que queres fazer e onde
As únicas vezes que consegui trabalhar no estrangeiro, foi quando tinha muito claro aquilo que queria fazer e até onde - geográficamente - estava disposta a ir.

Há muita gente migrante neste mundo, e o que nos pode parecer mais fácil - encontrar emprego lá fora - pode tornar-se numa tarefa frustrante, uma vez que apesar da oferta ser maior, também a concorrência o é.

- Qual a área profissional?
- Qual o modelo de trabalho?
- Qual o país?

A postura de "qualquer coisa serve" nunca é uma boa atitude na procura de um emprego e nesta situação específica, ainda menos.


2. Pesquisa, pesquisa, pesquisa
Há imensos recursos online o que, mais uma vez, é bom e mau ao mesmo tempo: a informação quase de certeza que existe algures na wwweb, mas pode ser difícil encontrá-la.

Por exemplo, eu queria ter uma experiência de voluntariado internacional, num país em vias de desenvolvimento, não queria que me pagassem, mas também não queria pagar pela experiência. Demorei cerca de 10 anos a encontrar uma agência que cumprisse estes requisitos!

OK, eu ainda sou do tempo em que não se usava a internet por tudo e por nada (eu ainda sou do tempo em que não se usavam computadores, mas isso são outras confissões). Acho que nos dias de hoje não teria demorado tanto tempo, mas sei que tentar encontrar o que se quer pode ser quase procurar uma agulha num monte de agulhas (ou seja, encontra-se o que é parecido, mas não é bem aquilo).


3. Usa as ferramentas que tens ao teu dispor
Ainda recentemente (sem me pedirem...) ofereci conselhos sobre encontrar emprego em Londres.

Esta é uma cidade complicada, já que há quem procure trabalhadores com London experience... ou seja, só se consegue trabalhar lá se já se tiver trabalhado lá...

Uma boa maneira de conseguir distinção entre os outros peixinhos neste mar de gente, pode ser através de competências únicas, como o domínio do português.
Para isso, existem agências específicas com uma forte componente linguística (apesar de não tratarem de arranjar apenas empregos a escritores, tradutores e professores de idiomas).

Os sites que aconselho são:
http://www.multilingualvacancies.com/
permite pesquisar trabalhos de acordo com a língua na qual se é fluente (para além do Inglês)

http://www.monster.co.uk/
que disponibiliza pesquisa só no Reino Unido ou no mundo inteiro

http://www.manpower.com/
que há uns anos começava o processo de recrutamento para empresas como a Google

http://www.eurobrussels.com/
muito vocacionado para áreas relacionadas com a União Europeia e suas 1001 organizações associadas. Extremamente competitivo

Eures
a rede europeia de emprego; quando usei esta plataforma, achei que o motor de busca deixava muito a desejar, mas dá uma boa perspectiva das oportunidades que existem

http://manda-te.com/
uma recente descoberta. Um sitezinho português recheado de ofertas e notícias de emprego internacional


4. Insiste, insiste, insiste
Como todas as pesquisas de emprego, este pode ser um processo bastante frustrante, pela dimensão do público-alvo, que é muito maior que o nacional e também pelo elevado volume de concorrentes com quem teremos que lidar.

Mais uma vez, convém cumprir com a máxima básica da pesquisa de emprego e candidatar-se apenas às posições para as quais se tem os devidos requisitos, senão depressa se ficará com a sensação de enviar 1000 CVs para receber 0 respostas.

Deixo estes avisos não para cortar as pernas logo à partida dos que querem entrar nesta aventura, mas antes porque acredito que sabendo que o percurso é longo e demorado, estaremos melhor preparados para lidar com as frustrações que irão ocorrendo.
Podemos responder "È normal!" em vez que "Que raio tenho eu de mal que ninguém me quer?"
Não desistir!

Obrigada por terem chegado ao fim do post :)
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E obrigada pelos comentários.

Auto-conhecimento: 5 Epifanias e 1 Retiro

Aqueles que por aqui estão habituados a passar, sabem que eu gosto de tudo o que promova o auto-conhecimento. Conhecermos este ser estranho que somos nós, é um processo contínuo. Não há workshop que nos dê a resposta, nem fórmula que permita calcular quem somos, para onde vamos.

O processo é contínuo porque estamos sempre em constante mudança. Por isso é importante, de vez em quando, parar para reflectir sobre nós próprios.

Este kit é para aqueles que têm dificuldade em parar, por terem vidas muito stressadas, sempre com imenso para fazer... Deve ser colocado numa parede. Bata com a cabeça dentro do círculo. Repita até estar destressado ou inconsciente.

Há uns dias, como prometido, segui as indicações do site 50 ways to get a job e testei uma das ferramenta de auto-conhecimento aconselhadas por eles.


O Retiro
Como indicado pelo site, fui para um sítio isolado, no meio do monte (mas numa casa de turismo rural que, já não tenho espírito de campista).
O auto-isolamento durante dois dias, ajudou a perceber algumas coisas.
Tive algumas epifanias, que partilho aqui convosco por achar que o mundo tem défice de honestidade.
Espero que este desnudar da alma vos ajude de alguma forma.



Epifanias 
(por ordem de revelação):

1. Viver isolada no meio do monte não é para mim
Ás vezes, tinha a fantasia de largar tudo e ir para uma aldeia remota, como é agora moda, começar uma vida nova. mais calma e tranquila.
Ainda bem que não pus esse plano em marcha, porque ao final do 1º dia do meu super retiro já andava às compras em Guimarães e em Braga.
Não sou menina de grandes confusões, mas também não sou de coração rupestre.
Para calma e tranquilidade, existem os spas com as suas massagens fantásticas e, se eu sou alérgica às gramíneas, por algum motivo será.



2. Não gosto da área na qual estou inserida profissionalmente.
Contexto: depois de acabar o curso de Comunicação Social e de alguns estágios em tv e cinema, "caí" na área do marketing e comunicação institucional.
Já trabalhei em várias instituições de renome, mas ao fim de alguns - poucos - meses, acabo sempre por ficar saturada de onde estou e do que estou a fazer.
Até há bem pouco tempo, estava convencida que o problema estava nas instituições e no modo como são geridas e que se fosse um outro tipo de instituição, as coisas seriam bem diferentes. Com esta expectativa trabalhei,
no sector público > numa IPSS > numa ONG > no sector privado.
Já não há mais formatos para experimentar!
Chega então de culpar as empresas. Preciso de reinventar aquilo que faço e fazer o que me apaixona.



3. Sou demasiado crítica de mim própria e consequentemente, dos outros
O que para mim é surpreendente, uma vez que tenho uma auto-estima elevada. Diz-me quem sabe, que uma coisa não tem a ver com a outra. A crítica é interna e a expressão da auto-estima é externa e pode até ser um mecanismo de defesa.
O que acontece com esta crítica é que, quase sem dar conta, descaio muito facilmente num discurso mental de ataque a tudo e a mais alguma coisa: roupa, cabelo, cara, acções...
Isto definitivamente não traz calma, nem tranquilidade, que são dos grandes objectivos a atingir.



4. A voz crítica interna não é a minha
Não, não me diagnosticaram esquizofrenia.
Salvaguardo que quando falo de vozes mentais, me refiro aos discursos que todos nós temos constantemente a decorrer na nossa cabeça e não à menina da Casa dos Segredos, que ouvia vozes na cabeça e não percebia o idioma em que falavam...
A separação da voz não ser minha, tem a ver com o ambiente e as pessoas que nos rodeiam desde sempre e cujas opiniões estão por vezes, tão enraizadas em nós e em quem somos, que é difícil distinguir a minha opinião da opinião da minha mãe, da avó ou da vizinha.
Nestes dias que introspecção, consegui ouvir claramente (curiosamente à porta de um shopping) que a voz que stressa com "o que vais fazer", "porque não assentas", "não sabes o que queres ser" não é efectivamente a minha voz, mas o eco das preocupações dos outros, que me querem muito, que só me querem ver feliz, mas que não vivem a minha vida, nem vêm o meu mundo com os meus olhos, mas com os seus.
Daí os seus stresses. E por serem deles, existe a opção de não lhes dar ouvidos.



5. Se quero sentir-me de uma determinada maneira, tenho que começar a sentir-me dessa maneira
Esta é a epifania mais etérea e difícil de explicar. E ao mesmo tempo, a mais duh! porque estou sempre a dizer nas minhas conferências que o nosso cérebro não pensa em negativos. Ou seja, se eu disser "Não pensem num elefante cor-de-rosa", que imagem é que surge no cérebro?


Da mesma forma, ao pensar "eu não me quero sentir assim", "eu não quero estar mal-humorada/irritada/stressada/..." parece que reforço esse sentimento.
Em vez disso, é preciso fazer um pouco de role play e, em modo criança, "brincar às casinhas", fazendo de conta que se está no estado em que se quer estar, criando o ambiente para esse estado: pôr uma música a tocar, acender umas velas, fazer o pino, etc.
A Nike estava certa este tempo todo: Just Do It.

E foram estas as revelações de dois dias de retiro meio rural, meio urbano (cada macaco no seu galho).
Gostava muito de saber se desse lado, alguma vez experimentaram momentos destes, de auto-conhecimento e revelações pessoais.

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Os empregos mais felizes e os mais infelizes

Continuando com a nossa saga de análise de empregos, no mesmo artigo da revista Visão que falava sobre os novos trabalhos, apareciam também duas listas que achei muito interessantes: os empregos mais felizes e os mais infelizes de 2013.

Estas listas foram elaboradas para a realidade do mercado de trabalho americana e hierarquizam as profissões tendo em conta a satisfação profissional sentida.

Parece que (só) o dinheiro não traz mesmo felicidade.

Os trabalhos mais infelizes de 2013 (USA)























Photo Credit: ♥beryl via Compfight cc

1. Director de Tecnologias de Informação
2. Director de Vendas e Marketing
3. Gestor de Produto
4. Programador Web Senior
5. Especialista Técnico
6. Técnico de Electrónica
7. Oficial de Justiça
8. Analista de Apoio Técnico
9. Operador de Máquinas
10 Gestor de Marketing

Em resposta, a Organização Nacional de Pesquisa da Universidade de Chicago, avançou com a lista:

Os 10 trabalhos mais Felizes
















photo credit: K-Bot via photopin cc 

1. Membro do Clero
2. Bombeiro 
Algumas listas colocam esta como a profissão civil mais stressante e no entanto...
3. Fisioterapeuta 
Interacção com pessoas + ajudar no processo de cura = :)
4. Autor 
Apesar do salário baixo - ou inexistente - a satisfação advém da liberdade de escrever o que nos vai na mente
5. Professor de Educação Especial 
Salário baixo; Satisfação alta.
6. Professores 
Curioso como, na minha visão da realidade portuguesa, não me surge imediatamente a imagem mental do professor com um sorriso nos lábios. Eu sei que existem, mas quando penso em professores, a associação imediata que faço é: manifestações!
7. Artistas 
Mais uma profissão de salário reduzido ou inexistente, com satisfação pela expressão. Ainda bem que há dicas para ajudar o artista que temos em nós a ganhar dinheiro.
8. Psicólogos
9. Agentes de Venda de Serviços Financeiros 
Eu sei, eu também levantei a sobrancelha quando li este título tão pomposo. Parece que neste caso, a satisfação vem de um trabalho bem pago, num horário das 9h às 17h, no ambiente quentinho e confortável do escritório.
10. Engenheiros Operacionais 
ou seja, passar o dia a brincar com brinquedos gigantes: guindastes, buldozers, gruas, entre outros.

É muito interessante comparar estas duas listas entre elas e também com as listas dos melhores e piores empregos de 2014.
Nesta altura de procura de um emprego com significado, que nos traga satisfação pessoal e profissional parece que não se pode procurar tudo no mesmo pacote. O status profissional (tão importante neste país de Drs e Engs), os salários elevados, um bom ambiente de trabalho, a sensação de estar a contribuir para algo dentro da empresa (por oposição a estar preso a uma secretária e a uma hierarquia que não se compreende e onde não nos compreendem) e a inteacção saudável e estimulante com outras pessoas, bem como a sensação de ajudar o outro, parece que não podem conviver dentro do mesmo pote.
Encontrar um trabalho que conjugue todos estes elementos e ainda acrescente satisfação pessoal e profissional parece, de acordo com estas listas, semelhante a encontrar um unicórnio na Rua de Santa Catarina.



























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Ir ao Facebook ou não ir ao Facebook, eis a questão...!

Ultimamente tenho andado a criar uma aversão crescente ao Facebook.
Este sentimento aumenta na altura das modas: quando os joguinhos andam na moda e recebo 500 convites para o Candy Crush Saga e a Quinta de Qualquer Coisa (eu não gosto destes jogos, eu não jogo estes jogos e não há convite que me mude as ideias); ou a recente moda dos desafios: fotos da infância, listas de livros preferidos, ...

Detesto também aquela quase que obrigatoriedade de estar presente e de ter coisas para partilhar e mostrar ao mundo, de pintar uma realidade que seja interessante e que leve os outros a clicar num botão. A nossa auto-apreciação e auto-estima, ligadas ao número de likes e comentários que obtemos nas redes sociais. Tudo isto me parece cada vez mais ridículo.





















Não estou sozinha neste meu grito do Ipiranga, de acordo com o Washington Post, já é oficial que os adolescentes abandonaram o Facebook. Outras redes sociais como o Instagram e o Twitter, estão a ganhar os seguidores que o Facebook perde e conseguem cativar os mais novos por estarem livres e desempedidas dos pais e avós que já dominam os likes, os comments e os shares do Facebook.

Como ter apoio científico por detrás de uma opinião é sempre agradável e confortável, partilho aqui estes dois videos, do canal sobre ciência do YouTube - Veritasium, que explicam o problema com o Facebook e particularmente com a publicidade paga nesta rede social.



O que mais me chamou a atenção neste vídeo é a realidade do nosso feed de notícias.
Há algumas páginas das quais gosto, mas que raramente aparecem no meu feed. Isto porque se não gostar e comentar tudo o que me interessa (e nem sempre dá jeito/apetece/quero fazê-lo), esses elementos vão desaparecendo, sendo substituidos por outros, acabando eu com um feed composto apenas pelo conteúdo de uns 5 ou 6 primos e de outros tantos amigos. Não tenho problema nenhum com as novidades da família, mas para isso é que existem telefones e festas de aniversário.

Para além disso, parece que o próprio Facebook admitiu num comunicado que esperam que o alcance orgâncio dos posts venha a ser cada vez menor, ou seja, se queremos que alguém veja o que publicamos, teremos que pagar. Isto é válido tanto para empresas como para utilizadores individuais transformando-nos a todos em anunciantes.



Por estas e por outras estou a cinco minutos de apagar a página do Facebook do Eu, Marca Registada e a uns 10 de eliminar a minha página pessoal.

E a ti, o que te parece a vida no Facebook?

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Os melhores e os piores empregos de 2014

Mantendo a temática dos tops de empregos, descobri também as previsões americanas em 2013, do que seriam os melhores empregos em 2014.
Melhor, neste caso significam as profissões com maior taxa de crescimento e com os salários mais elevados.

Os melhores empregos 2014
melhores = maior taxa de crescimento, salário elevado






















Photo Credit: JD Hancock via Compfight cc

1. Programador de software, aplicações e sistemas

2. Analista de Pesquisa de Mercado e Especialista em Marketing

3. Especialista em Formação e Desenvolvimento

4. Analista Financeiro

5. Fisioterapeuta

6. Programador Web

7. Gerente de Logística

8. Administrador de Bases de Dados

9. Planeador de Eventos, Reuniões e Convenções

10. Intérprete e Tradutor

11. Engenheiro Petrolífero

12. Analista de Informação e Segurança

Claro que a lista acima reflecte a realidade Norte Americana e baseia-se essencialmente, no valor ganho por hora de cada um destes profissionais.

Mudando de continente, também a lista muda um bocadinho.
Vejam os empregos com salários mais elevados do Reino Unido (ou seja, um dos factores para ser considerado "o melhor")

Empregos com os Maiores Salários versão UK

1. C.E.O.
Chief Executive Officer ou, basicamente, Administrador
Não há curso específico, mas experiência na área e um MBA ajudam.

2. Piloto
curso nada barato + horas e horas de voo

3. Controlador de Tráfego Aéreo
Competências requisitadas: articulação de palavras, capacidade de decisão, elevada capacidade de concentração, resolução de problemas e competências numéricas.

4. Director de Marketing e Vendas

5. Juristas
Profissionais do Direito, que não sejam advogados, juízes nem solicitadores. Basicamente são conselheiros e representantes legais dos seus clientes: indivíduos ou organizações. Pode parecer uma repetição das funções de um advogado, mas eu conheço uma jurista especializada em propriedade industrial!


E como ter um ponto de comparação é sempre benéfico e até essencial para termos uma perspectiva bem formada, segue a lista dos piores empregos de 2014, para a realidade USA.
Inversamente às listas anteriores, estes são considerados "os piores" tendo em conta a tendência decrescente de contratação, os salários reduzidos e os níveis de stresse que acompanham estas ocupações.

Piores empregos 2014
Pior = contratação decrescente, elevados níveis de stress, salários reduzidos























Photo Credit: Jose Mª R. T. via Compfight cc


1. Madeireiro
Mecanização dos processos + locais de trabalho remotos + baixos salários

2. Jornalista (imprensa escrita)
O digital leva ao abandono do papel (que vem das árvores... será que o declínio destas duas primeiras profissões estão relacionadas?) e ao fecho de muitas publicações.

3. Militares
A ocupação mais stressante e perigosa

4. Taxista
Stress + perigo + baixo salário

5. Jornalista de rádio
Poucos postos > muita concorrência > stress elevado

6. Chef de cozinha
Desta tenho as minhas dúvidas, uma vez que no nosso país há cada vez mais procura e os salários são bem interessantes. Pontos negativos: horário de trabalho + stress

7. Assistente de Bordo

8. Lixeiro

9. Bombeiro
considerada a profissão mais stressante actividade civil de acordo com estes senhores

10. Guarda Prisional

Se quiserem encontrar uma lista dos empregos do futuro, talvez boas alternativas aos que aqui estão elencados, cliquem neste link.

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Como comentar no blogger: passo-a-passo

Como prometido no post anterior, aqui fica um passo-a-passo fácil de seguir (esperamos...!) para conseguir fazer comentários nos blogues alojados no blogger que, coincidência das coincidências, é o caso deste site, vejam lá! Se quiseres saber como deixar as tuas ideias por aqui, continua a ler.









Photo Credit: Florian SEROUSSI via Compfight cc 

1. Entrar no post que se quer comentar

Basta clicar no título da mensagem ou no link "Read more" e já está!


2. Os comentários estão no fim

A área dos comentários de cada post está, naturalmente no final de cada mensagem, dentro da lógica do "1º lê, depois comenta"

2.2 Nesta área existe uma caixa em branco com umas letras cinza clarinhas a dizer "Introduza o seu comentário..." Mas atenção! 
2.3 Antes de escrever o comentário é preciso seleccionar uma conta. Como? Por baixo desta caixa branca, existe um botão ao lado da frase "Comentar como:" Esse botão é um menu que apresenta as diferentes contas, com as quais é possível comentar.


2.4 É preciso escolher uma.
Este site não permite comentários anónimos - porque aqui somos todos corajosos e de cara bonita.
Qualquer conta Google (Gmail, por exemplo) permite comentar. Se já estiverem ligados à vossa conta, o nome deve aparecer automáticamente. Se não estiverem, são reencaminhados para um painel bem conhecido:


2.5 Fazem o log in normal (os mesmos passos para entrar no e-mail, neste caso) e voltam automaticamente ao sítio onde estavam anteriormente e agora sim, toca a deixar transbordar o corpo e a alma para essa caixinha de comentários (seta azul).


3. Publicar ou enviar para o universo


Depois desta canseira toda, basta
3.1 reler o que se escreveu e
3.2 carregar no botão Publicar.

E já está, mais uma excelente dose de bom karma enviada directa e gratuitamente para o Universo!

De nada!
Beijos e abraços

Profissões do Futuro

Durante um almoço, veio parar-me às mãos uma revista Visão de Abril deste ano, com um artigo super interessante, sobre as profissões do futuro.
Não são previsões mirabolantes de um futuro longínquo em que os carros voam e os hambúrgueres são azuis, mas de profissões que foram surgindo, porque algumas já existem e outras que estão ainda a surgir, fruto das alterações naturais que vão acontecendo neste aquário a que chamamos Sociedade.

Algumas profissões são auto-explanatórias, mas para outras precisei de um pouco mais do que o título do cargo para perceber do que se tratava:

Profissões do Futuro


Piloto de Drones
Todo aquele treino com os joguinhos de computador e as competências adquiridas no uso do joy stick serão finalmente postos em prática. Para obter certificação, já existem escolas especializadas.

Planificador de ID Digital
Cria e mantém uma marca online

Enfermeiro de Saúde Ligada ao Meio Ambiente
Porque o ar que respiramos não é assim tão limpo e o meio em que nos integramos já pouco tem de natural, este enfermeiro actua tanto no físico do doente, como no contexto que o rodeia.

Organizador de Comunidade Online
Trabalha para uma empresa e faz isso mesmo.

Coordenador de Cuidados Pessoais
Não é um servente para nos lavar os dentes e apertar os cordões, mas antes um profissional que faz a ponte entre o indivíduo e as instituições de saúde e serviços

Agricultor-Chefe
Domina o processo todo, desde a semente ao empratamento.

Arqueólogo Digital
Descobre o rasto digital e elimina-o.

Curador
Não de museus, nem de exposições, mas aquele que cura recorrendo às medicinas alternativas.

Gestor de Marca Pessoal
"Agentes de talento que ajudam as pessoas a planificar as carreiras e a encontrar novas oportunidades" (ah, AH!)

Agregador de Talentos
Partindo do princípio - e da forte probabilidade - que as empresas no futuro poderão ser reduzidas a um pequeno núcleo de trabalhadores efectivos, este Agregador de Talentos junta equipas pontuais para a realização de projectos, que necessitam de competêcias que não se encontram nesse núcleo base da empresa.

Escritor Wiki
Escritor versátil que trata e desenvolve informação em diferentes áreas e estilos, online.

Arquitecto de realidade virtual

Gestor de Avatares
Uma espécie de Gestor de Recursos Humanos mas do mundo virtual: um especialista que, dentro de uma empresa, ajuda a gerir as relações virtuais

Conselheiro Laboral
Uma evolução dos mentores que actualmente já existem, em algumas empresas

Gestor de Nuvens
Nuvens mesmo, não Clouds. Parece que no futuro, será possível fazer chover ou afastar as nuvens para um dia mais solarengo. Acho que esta profissão, a existir, dará origem a uma série de outras que não apareciam nesta lista, como "Gestor de Tráfego Nublado", "Mediador de Conflitos Aéreos" e "Advogado Especialista em Questões Relativas a Pequenas Particulas de Água Suspensas na Atmosfera, doravante designadas por NUVENS".

Cirurgião de Aumento de Memória
Da pessoa, não dos PCs.

Shopper Specialist

Virtual Girlfriend
No comment...

Mecânico de Robots

Assistente de Nutrição
Que aconselha na compra e na confecção dos alimentos

Conselheiro Genético
Ajuda as famílias a prevenir problemas de saúde que os filhos irão ter

Advogado de Animais
A par do Psicólogo de Animais, do Chef de Comida para Animais, do Personal Trainer para Animais, ... a lista é interminável.

Nanomédico
Trabalha numa escala super reduzida, como a das moléculas

Consultor de Sustentabilidade

Designer de Órgãos
Porque se deixarmos o desenvolvimento de órgãos apenas nas mãos dos engenheiros, eles serão esteticamente pouco apelativos, pesados e vão arranhar, com certeza.

Agricultor Vertical
Sim, os agricultores já andam na vertical, mas este "Vertical" refere-se aos campos do futuro que poderão vir a ser nas fachadas dos edifícios.

Terapeuta Respiratório
Imagino que seja uma convergência de conhecimentos de cura de doenças respiratórias e ensinar a respirar melhor, o que já se vai aprendendo em algumas aulas de yoga. True story.

Pediatra Fetal
Cura problemas de saúde antes do nascimento.

Especulador / Banqueiro de Moedas Virtuais
Porque os problemas criados pelos bancos "reais" não eram suficientes.

Especialista em Crowdfunding
O Sr. Zack Brown que conseguiu angariar $55 000 numa plataforma de crowdfunding, para fazer salada de batata será, com certeza, um excelente candidato.

Guia Turístico Espacial
Potenciais empregadores: Virgin Galactic, Space Expedition Corporation, Space Adventures Ltd, Excalibur Almaz.

Arquivista Pessoal
Organiza e cataloga a vida digital

Consultor de Privacidade
Identifica vulnerabilidades em termos de segurança física e virtual. Uma espécie de guarda-costas todo o terreno.

Vão começar a treinar para qual?